Bilheteria Explosiva: ‘Devoradores de Estrelas’ Dispara para US$ 164 Milhões nos EUA e Ultrapassa US$ 300 Milhões no Mundo, Virando o Maior Hit de Hollywood em 2026

Bilheteria Explosiva: ‘Devoradores de Estrelas’ Dispara para US$ 164 Milhões nos EUA e Ultrapassa US$ 300 Milhões no Mundo, Virando o Maior Hit de Hollywood em 2026

Ei, galera da cultura pop, segura essa notícia porque o Ryan Gosling acabou de provar que é imbatível no espaço – e não é só no cinema não. O filme Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary ) voou alto no segundo fim de semana e já é o campeão absoluto de bilheteria de Hollywood este ano.

Com um hold épico, o longa da Amazon MGM Studios faturou US$ 54,5 milhões só nos Estados Unidos, caindo apenas 32% em relação à estreia bombástica de US$ 80,6 milhões. Isso não é queda, é milagre! Agora, o total doméstico em dez dias bate US$ 164,3 milhões.

No mundo todo? São US$ 300,8 milhões e contando. Sim, ele passou o recorde de Creed III inteiro e se tornou o maior lançamento pós-fusão da Amazon MGM. Se você ainda não assistiu, corre pro cinema antes que o boca a boca te obrigue.

Os números da estreia

Vamos falar de números que impressionam até o mais cético fã de sci-fi. Nos Estados Unidos, Devoradores de Estrelas teve a melhor retenção de público dos últimos tempos para um filme que estreou na casa dos US$ 80 milhões. Para comparar: Oppenheimer caiu 43% no segundo fim de semana e Duna: Parte 2 despencou 44%. Aqui? Só 32%.

O filme dirigido por Phil Lord e Christopher Miller (os mesmos de Homem-Aranha: No Aranhaverso e 21 Jump Street) está provando que história bem contada e carisma puro ainda mandam no jogo. Ryan Gosling, que já quebrou recordes com Barbie, agora tem o maior fim de semana de abertura da carreira como protagonista solo – sem inflação ajustada, claro. E olha que o cara estava ensinando biologia no ensino médio antes de virar herói intergaláctico.

Lá fora, o filme também surpreendeu. Sci-fi nem sempre é fácil de vender na Europa, na América Latina ou na Ásia, mas Devoradores de estrelas abriu com US$ 60,4 milhões em 80 mercados e, no segundo fim de semana, somou mais US$ 54,1 milhões em 86 territórios – queda de míseros 5%.

Total estrangeiro: US$ 136,2 milhões. O que está acontecendo? Simples: o filme tem coração, humor e aquele jeitinho geek que Andy Weir (o autor do livro original, o mesmo de O Marciano) sabe entregar como ninguém.

A trama segue Ryland Grace, um biólogo meio desajeitado interpretado por Gosling, que acorda sozinho numa nave espacial sem lembrar de nada. A missão? Salvar o Sol que está apagando e evitar uma nova era glacial na Terra. No caminho, ele encontra um alienígena caranguejeiro chamado Rocky – sim, o apelido é fofo – e os dois viram dupla improvável para resolver o problema cósmico.

Segredo do sucesso

O que está fazendo esse filme decolar não é só efeito especial. É o boca a boca coletivo, aquele tipo raro que acontece uma vez a cada lua azul. Famílias inteiras estão saindo do cinema sorrindo, debatendo teorias no Twitter (ou X, né) e já sonhando com merchandising do Rocky.

Os brinquedos desse alienígena vão vender como água se o filme virar franquia – e olha, fontes próximas ao estúdio dizem que uma sequência é bem possível. Andy Weir já tem ideias prontas e, embora ainda não haja conversa oficial com a Amazon MGM, insiders garantem que o autor está no banco do motorista de tudo que envolve Devoradores de Estrelas. Se der certo, a gente pode ter mais aventuras espaciais com Gosling e Rocky por anos.

ryan gosling em devoradores de estrelas
Ryan Gosling em Devoradores de Estrelas

Agora, vamos falar do contexto maior, porque Devoradores de Estrelas chega num momento quente pra Hollywood. A Amazon MGM está prestes a se tornar um grande estúdio de verdade, reconstruindo sua distribuição internacional – algo que a MGM perdeu nos anos 70.

Enquanto isso, David Ellison, da Skydance, que comprou a Paramount em agosto de 2025, já mira a Warner Bros. Discovery. Fusões verticais desse tamanho normalmente chamam atenção de reguladores em Washington, mas o presidente Donald Trump é aliado próximo de Larry Ellison, pai de David e fundador da Oracle. Trump até elogiou o filho e apoiou o casamento Paramount-Skydance depois de mudanças na CBS News.

Se a Warner cair no colo da Skydance, muita gente espera que a CNN também mude de tom. No meio disso tudo, Devoradores de Estrelas chega como um foguete que eleva o perfil da Amazon na hora certa. Agentes e talentos estão aliviados: finalmente mais um comprador forte num mercado que parecia encolher.

2026 tem Devoradores de Estrelas e muito mais.

E não foi só Devoradores de Estrelas que aqueceu a bilheteria este fim de semana. A Pixar e Disney colocaram Hoppers em segundo lugar global, com US$ 297 milhões – o segundo maior de Hollywood em 2026, atrás só do chinês Pegasus 3 (que já tem US$ 609 milhões). Nos EUA, o filme familiar original caiu só 31% no quarto fim de semana, faturando US$ 12,2 milhões e chegando a US$ 138,6 milhões domésticos. Lá fora, mais US$ 24,8 milhões, total estrangeiro de US$ 159 milhões. A Disney está sendo esperta, soltando devagar nos mercados internacionais para pegar as férias de primavera.

Estreias não tão boas

Brigando pelo terceiro lugar: They Will Kill You, da New Line e Skydance, com estimativa de US$ 5 milhões nos EUA (veio abaixo do esperado). O filme de terror-comédia de Kirill Sokolov segue inquilinos satanistas num prédio chique de Nova York que matam funcionários pobres em rituais.

Críticas são boas, mas não arrebatadoras, e o mercado de horror está saturado – olha só Ready or Not 2: Here I Come, que caiu para US$ 4 milhões no segundo fim de semana. Dhurandhar: The Revenge, com Ranveer Singh, perdeu 52% e fez US$ 4,8 milhões nos EUA, mas já tem quase US$ 150 milhões mundiais. Reminders of Him, adaptação de Colleen Hoover, fechou o top 5 com US$ 4,7 milhões domésticos e hold de 41%, total global de US$ 69,5 milhões.

Outros destaques

Scream 7 da Paramount cruzou US$ 200 milhões mundiais no quinto fim de semana, e a animação GOAT da Sony passou dos US$ 100 milhões domésticos no sétimo. Hollywood está viva, gente. E Devoradores de Estrelas prova que, quando você mistura ciência real, emoção genuína, um Ryan Gosling carismático e um alienígena fofo, o público responde. Não é só dinheiro na bilheteria – é conversa de bar, meme no TikTok, teoria no Reddit e aquele friozinho na espinha de “e se isso acontecesse de verdade?”. O sol pode estar escurecendo na tela, mas o futuro de Hollywood brilha mais do que nunca com esse tipo de filme.

Finalizando e trailer

O novo filme de Ryan Gosling não é apenas um blockbuster. É um lembrete de que histórias humanas (mesmo com aliens) ainda conquistam o mundo.

Ryan Gosling como o cientista descolado que salva tudo com inteligência e amizade? Isso é cultura pop no seu melhor.

Se você ainda não foi, vá. E leve os amigos. Porque, depois de ver Rocky e Grace trabalhando juntos, você vai querer contar pra todo mundo. E o boca a boca? Esse é o combustível que faz um filme virar fenômeno.

Bem-vindos ao ano de Devoradores de Estrelas. O espaço nunca esteve tão lucrativo.

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